
Agora sou eu. Sem complemento algum além do meu sobrenome registrado. Sem ponto de referência. Só eu.
Sou eu e o que sinto, e nada mais. E assim será até que eu decida o contrário. E mesmo quando isso acontecer eu ainda serei eu. Serei pra sempre na primeira pessoa do singular, e nunca mais na do plural apenas. Se for pra encaixar um plural em mim, que seja encaixado respeitando o meu singular, e nunca mais será posto em seu lugar.
Serei minha depois de muito tempo. E isso é emocionantemente revigorante (:
como chuvas de verão,
Há 17 anos

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