Naquele momento tudo parou. A respiração, o coração, o relógio, e até a música no rádio, só pra presenciar aquela cena lamentavelente patética que ela protagonizava. Mas ela deitou na cama achando que o seu amigo travesseiro ia consola-la, mas nem ele o fez. Virou para um lado, virou para o outro e a dor muscular lhe consumia, junto com o latejar da cabeça e o suar frio que a fazia delirar sem sabe onde estava exatamente, enquanto se enrroscava no edredon na esperança de se enrroscar nos seus sentimentos, e deixá-los claros na sua mente e no seu coração, mas um baque surdo a acordou. E ela estava mais uma vez a salvo no país das maravilhas. (:
como chuvas de verão,
Há 17 anos
