sábado, 30 de outubro de 2010

Juizo

Eu podia pura e simplesmente não ter juizo algum. Sair fazendo coisas insanas e não pensar nas possíveis consequencias dos meus atos. Gritar nomes, revelar segredos, cantar na chuva, beijar bocas, abraçar corpos, ter pessoas.Eu saíria agora e bateria aí na sua porta, e antes que você pudesse falar qualquer coisa eu despejaria verdades em você até que não sobrasse mais nenhuma em mim. E aí depois disso, tomaria atitudes das quais eu não me arrependeria. Seria a rainha dos impulsos, e me orgulharia disso.
Podia ser como as meninas dos textos bonitos, que se entregam de corpo e alma a sentimentos.
Mas quem disse que consigo ser assim?
Sou de um estilo diferente. Falo só o que é realmente necessário que você saiba, e deixo claro que não me entrego de completo nunca. Sou um impulsiva in rehab. Tenho o mistério dentro de mim, e pra decifrar tem que me convencer de que realmente vai valer a pena mostrar.
Por isso me recuso a acreditar que não ter juízo pode ser realmente bom assim, apesar de que confesso que nos meus sonhos é mais fácil não ter juizo. Lá eu não preciso lutar com as palavras toda vez que te vejo. Não preciso lutar contra os estímulos nervosos do meu corpo quando te escuto. E não preciso fechar os olhos pra desviar do perigo que é você.

“Mas não adianta agora, querer ser duas pessoas! Porque é suficientemente dificil pra mim ser uma pessoa respeitável.”

Alice, no Livro de Lewis Carrol, Alice no país das Maravilhas.

Agora que estou ali, diante das luzes e dos olhares, me ver é fácil. Mas desafio a preencher com os dedos de uma mão quem me enxergou quando eu era invisível.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Só eu


Agora sou eu. Sem complemento algum além do meu sobrenome registrado. Sem ponto de referência. Só eu.
Sou eu e o que sinto, e nada mais. E assim será até que eu decida o contrário. E mesmo quando isso acontecer eu ainda serei eu. Serei pra sempre na primeira pessoa do singular, e nunca mais na do plural apenas. Se for pra encaixar um plural em mim, que seja encaixado respeitando o meu singular, e nunca mais será posto em seu lugar.
Serei minha depois de muito tempo. E isso é emocionantemente revigorante (:

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

- Duas mulheres em... Dr. o que esse malandro tem que a gente não tem?
- O senhor já beijos a sua mulher hoje?
- Eu não, porque?
- Aí é que está, aí é que está!

Cena do filme Carandiru (:

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Imagine

Feche os olhos.
Pense nela. Imagine o contorno levemente oval de seu rosto moldado pelo cabelo castanho. Veja seus lábios, rosados e molhados, simétricos ao seu nariz de bolota. Ainda olhando pra ela, fixe nos olhos dela e perceba o brilho que ela sustenta todos os dias. Esses olhos que estão sempre olhando para cima, para um mundo que é maior que a sua altura.
Agora leve a sua mão delicadamente Às bochechas palidas, mas antes não esqueça de colocar o cabelo dela atrás da orelha. Ainda com os olhos fixos na sua íris. Lembre-a de tudo o que você sente, por mais inocente que possa parecer. Dificilmente ela te achará estúpido se perceber a sinceridade das palavras.
Por fim lhe dê um abraço do tipo que se sente o coração e o beijo que ela permitir.
Abra os olhos.
Agora faça!

sábado, 4 de setembro de 2010

Pouco

O pouco é que faz a diferença. Os detalhes me fazem vidrar, e é deles que me alimento. De um sorriso gratuito, de um abraço demorado, de um olhar inesperado, uma palavra certa, um gesto sem exageros, que para poucos não faz a menor diferença, é o que me toca.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Ataques Súbitos de Criatividade [4]

Não importa o tempo de um abraço, ele será o melhor do mundo se você conseguir sentir a alma do outro com você. (:

sábado, 28 de agosto de 2010

Ataques Súbitos de Criatividade [3]

Toda vez que ela tentava olhar nos olhos dele, ele encarava por milésimos de segundos ria e desviava o olhar, porque ele não entendia o que ela queria com aquilo. Mas ela sabia. sabia não, tinha certeza... Se o olho é a janela da alma, ela só queria ver a alma dela refletida na alma dele.


*inspirada na aula do Liu (;

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ataques Súbitos de Criatividade [2]

Naquele momento tudo parou. A respiração, o coração, o relógio, e até a música no rádio, só pra presenciar aquela cena lamentavelente patética que ela protagonizava. Mas ela deitou na cama achando que o seu amigo travesseiro ia consola-la, mas nem ele o fez. Virou para um lado, virou para o outro e a dor muscular lhe consumia, junto com o latejar da cabeça e o suar frio que a fazia delirar sem sabe onde estava exatamente, enquanto se enrroscava no edredon na esperança de se enrroscar nos seus sentimentos, e deixá-los claros na sua mente e no seu coração, mas um baque surdo a acordou. E ela estava mais uma vez a salvo no país das maravilhas. (:

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um desabafo para Alice


Alice desistiu de Dodgson tão facilmente. Tonta, nem foi capaz de ouvi-lo, ou de questiona-lo sobre coisas que a atormentavam todas as noites. Teve medo. Medo do que as pessoas iam achar se ela o procurasse, depois de um escândalo que ela não entendia. Medo do que ele ia achar dela bater em sua porta mesmo quase que comprometida com o Príncipe Leopold, medo do que Léo, ou toda a realeza pensaria se soubessem sobre o envolvimento deles. Um envolvimento profundo, só deles, que Léo nunca imaginaria existir, uma conexão selada naquela tarde que ela havia sido a sua menina cigana. Como poderia Alice desistir de saber a verdade dessa maneira? Abdicar do direito de saber dos fatos, assim como eles aconteceram, assim como Dodgson sentira? E como pode ter sido tão estúpida ao ponto de deixar a verdade morrer com as pessoas que a sabiam? Como a curiosidade não bateu a sua porta durante todo esse tempo de maneira tão drástica para que ela largasse as boas maneiras e fosse correndo aos braços de Dodgson para escutar a verdade? A verdade que ela queria escutar quando criança?
Se não disse ainda, vou dizer e que fique claro. A minha promessa de não crescer não será em vão como a de Alice. Ela era uma criança muito especial, com ideias e pensamentos singulares, que segundo Dodgson a fazia se destacar em meio as demais. E ele a entendia como nenhuma outra pessoa seria capaz, tanto que ela fez com que esse pobre homem se apaixonasse e prometesse a ela que esperaria para que pudessem ficar juntos. Mas em vez disso, Alice virou uma jovem comum que fingia sorrisos afetados, assim como a irmã que ela tanto recriminava. Virou uma jovem cheia de medo e duvidas, mas sem coragem de se arriscar. Uma jovem que amava Léo por ser semelhante, mas que receava Dodgson por ele ser (especialmente) diferente!
Mas, nada disso parece fazer sentido dentro dos meus pensamentos aqui no meu mundo de coisas e questões completamente distintas. Ou será que faz? (:

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Menina dos Cachinhos

O fim da infância é trágico.
Mas, não o fim dela na faixa de idade, que hoje segundo especialistas giram em torno dos nove, mas o fim dela dentro da gente.
Seria tão bom me eternizar menina, com vontades sem pé nem cabeça, com ideias sem sentido, com as mais diversas observações sobre tudo e sobre todos, mas sobre um ângulo simples, singelo que só a infância me proporciona, e me permite.
Sem mencionar as regalias perdidas: as minhas pirraças não vão ser ouvidas, o meu choro será ignorado, minhas vontades terão que ser passageiras, ninguém mais vai dizer como eu estou linda sem segundas intenções, e um vestido rodado vai ficar ridículo em mim.
Mas essas são as coisas que menos me preocupam em relação a crescer. O que me aflige realmente é até quando eu vou conseguir manter dentro de mim a doçura daquela menina dos cachinhos, que guardava uma alma antiga?
A resposta só o tempo é capaz de me fornecer, e o tempo tem sido muito mais do que apenas meu companheiro de estrada, tem sido o alicerce da minha decisão infantil, porém decididamente madura de não só deixar com que a menina dos cachinhos faça parte de mim, como me permitir ser parte dela.
Por isso, eu peço encarecidamente que não se refira a mim como uma mulher, porque eu quero ser uma menina para sempre. Quero ter oitenta anos e exaltar as minhas rugas com os mesmos olhos infantis que conheceram o mundo no dia 18 de Janeiro de 1992. (;

quinta-feira, 13 de maio de 2010

À procura do Príncipe Encantado


Porque parece tão mágico, especial e fascinante procurar pelo príncipe encantado?
Além da Cinderela, da Branca de Neve, da Bela Adormecida, da Feiurinha, e de suas outras companheiras você conhece mais alguém que tenha encontrado um? É.. aquele mesmo: perfeito, e ainda no tal do cavalo branco? Ou até mesmo aquele sapo que você beija e num passe de mágica se torna príncipe?
Não? Nunca ouviu falar? oO
Então porque diabos você ainda está procurando pelo seu? Qual é!
Vamos direto ao assunto então: Ninguém é perfeito pra ninguém, as pessoas se fazem perfeitas. Isso temporariamente ou pelo resto da sua vida, dependendo de cada um.
Não se desespere se o seu "príncipe encantado" não for aquele que você imaginava, existem um milhão de outros príncipes à espera da aprovação de uma princesa.(Ou um milhão de sapos querendo se tornar príncipes maravilhosos). Esperar que ele descubra num passe de mágicas o quanto você é especial e o quão "princesa" você pode se tornar, raramente pode te garantir um príncipe encantado dos sonhos (àquele, tipo sapato da Cinderela, feito pra você!).
Tem um milhão de meios de encontrar o seu sem parecer desesperada. Desde aceitar um sorvete com aquele cara suuuper gente boa (que para variar, você nunca olha pra ele), ou apenas dar um sorriso para o mundo!
E agora a pergunta mais importante a se responder: Você está pronta pra garantir o seu?!
;*

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ataques Súbitos de Criatividade

- quando ele respira aqui no meu pescoço o ar fica rarefeito, feito quando se está lá no topo do mundo. mas pensando bem, é exatamente lá que eu estou. (L)

domingo, 4 de abril de 2010

Validade Invisível


Eu vejo o interior da sua alma refletido na sua íris, mas você não se lembra mais da cor dos meus olhos.
Eu te vejo tão distante dos meus braços quanto a lua está distante da terra. Mesmo que eu sinta o seu calor, você não nota mais a minha presença.
Eu decorei o tom e as nuances exatas da sua voz, e sei até identificar os seus sentimentos por ela. Mas você é incapaz de perceber a minha felicidade ao telefone.
Eu me agarrei ao seu cheiro de tal maneira que eu consigo senti-lo a milhas de distância, ou até me lembrar dele nitidamente sem que você esteja por perto. Mas pra você é indiferente o meu perfume.
Eu sei de cór cada marca do seu corpo, assim como um astrônomo sabe a posição exata das estrelas no céu.
E mesmo assim, em meio a tudo isso o amor não volta.
Mais triste que a morte de um amor, é quando ele morre apenas de um lado.

Foto: Iohana Viana *-*

sexta-feira, 19 de março de 2010

Inversão dos Papéis

Dia desses deitada na cama enquanto mudava de canais na televisão, parei em um que reprisava Sr. e Sra Smith, bem na parte onde eles conversam, cada um em seu carro, pelo celular (ou pelo viva-voz) o que eles sentiam entre eles, sobre o que estava acontecendo ( no caso, um ter que matar o outro). Parei nesse canal, porque exclusivamente gosto desse filme.
Gosto do modo frio que a Angelina Jolie passa para a sua personagem... me identifico total com ela (fora é claro a parte das lutas, do corpo lindo, da boca explêndida e do porte de armas), mas na personalidade que esconde os sentimentos, independente de qualquer coisa.
Enquanto que o nosso querido (e lindo) Brad Pitt se lamenta pelo fim, e mostra a relação afetiva que ele tem com ela de uma maneira que beira ao romantismo.
Isso nos traz a uma reflexão: Há alguns anos esse filme seria completamente impensado, pelo simples fato da inversão dos papéis da razão e da emoção. Fugimos desses paradgmas e deu super certo!
Isso me dá uma sede de novidades absurda! Fico pensando aqui com os meus botões: Ainda há paradgmas para quebrarmos? E se há, qual será o próximo?!

domingo, 7 de março de 2010

Para pensar

"A pequena gota se transforma em mar quando chega até ele; e assim a alma se transforma em Deus quando é nele acolhido."

Angelus Silesius (1624-1677)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Sem título

Acordei e imediatamente abri os olhos, virei para o lado e vi um reflexo no espelho: descabelada, sem maquiagem, e com a cara inchada e por um instante hesitei: " quem é essa garota esquisita deitada na minha cama com o meu pijama amarelo?!"
Queria gritar, ainda bêbada de sono, para que alguém tirasse aquela aberração de cima do meu travesseiro, ou para que alguém me explicasse porque outra pessoa estava deitada debaixo do meu edredon de biquínis, e abraçada à minha almofada de coração.
Estava confusa e enciumada, porque aquela garota (que ao mesmo tempo que me era extremamente familiar, não se parecia com estereótipos anteriores já vistos) parecia tão à vontade, e ... feliz!
Foi então que o reflexo fez uma cara estranha de dúvida e logo sorriu... que opção?! Sorri de volta, a final, não é sempre que a gente vê alguém feliz sorrindo pra gente.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O fim ;)

Tá aí uma das coisas que me deixam mais confusas em relação ao seu significado.
O fim de um amor por exemplo, pode ser o início de um novo sentimento, às vezes o ódio (seu companheiro), ou a amizade, ou quem sabe até a morte de todos eles. É no fim que se lembra do começo, e se pensa em tudo o que se fez de errado, e nem por um momento se pensa no que se fez de certo. Não se pensa no tempo vivido intensamente, mas no tempo, dito, perdido!
Olha-se as fotografias e vê toda a felicidade, mas não enxerga que entre cada foto feliz houve um momento de dificuldade superado para que houvesse a próxima. Não vê mais mágica nos olhos do outro, como era esperado depois de tanto tempo, e assim sofre... até que um belo dia diante da cara inchada de choro e das noites mal dormidas a experiência faz com que a vida tenha mais sentido e mais verdade, pois descobre-se um recomeço, um novo amor! Mas agora não necessariamente vindo de outro corpo, mas quem sabe pelo corpo presente no espelho.

Texto dedicado à minha mortadela ^^

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Pra você ;*

Bom mesmo é estar perto dele , sentir o cheiro dele . Parece que nesse instante da junção dos corpos , tudo pára . Até meu coração ameaça parar... E mesmo que parasse , segurando a minha mão , ele ia me trazer de volta . Ele apareceu do nada , quando eu achava que nada mais ia dar certo e me fez acreditar que não importa o meu passado , a minha experiência ou o que aconteceu em minha vida , eu posso sim me apaixonar. Finalmente , encontrei a paz . E , acredite , a paz se encontra no inesperado... Muito além daquilo que se vê .

domingo, 17 de janeiro de 2010

Feliz Aniversário ~;


Eu sempre gostei de aniversários, de organizar, de ir, me animo toda só de pensar, faço um avorosso só! Mas isso só acontece quando o aniversário não é meu! Eu detesto os meus aniversários! Não sei explicar exatamente o porquê. Talvez porque a aniversariante detem todas as atenções para ela, coisa que eu nunca gostei! Ou talvez porque eu não sei lidar muito bem com todo esse afeto que as pessoas demontram ter por mim todo dia 18 de janeiro. Meus aniversários desde pequena são pavorosos! Pois ou não tem ninguém, simplesmente porque é nas férias e perto de um feriado estadual, ou tem muita gente que geralmente eu não queria que estivesse lá! Então já viu, né... catástrofe total!
Porém esse ano meu aniversário não me causou sequelas como nos anos anteriores, pelo menos não negativamente. Foi agradável, e até divertido! Talvez porque eu estava com as pessoas certas, fazendo o que eu mais gosto de fazer: NADA! E é claro comendo bolo de chocolate, que eu não posso me esquecer de citar!
Por isso, venho por meio deste pequeno texto agradecer as pessoas que de alguma forma lembraram do meu aniversário e foram lá em casa comer bolo e fazer nada comigo, e fizeram desse aniversário positivamente inesquecível!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Especiais

O que faz de uma história especial? O que faz de uma pessoa especial? Será que é o simples fato de sentirmos alguma coisa diferente em relação a algo? Mas se for assim, todos somos especiais para todo mundo, porque cada pessoa desperta em um segunda pessoa um sentimento diferente, uma visão diferente, boa, ou ruim, dependendo do ângulo que se deseja olhar. Confuso, não?!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Flor


- e a boca em forma de flor saiu andando regada de um milhão de sentimento que eu (inocente ou estúpida) fui incapaz de distinguir, mas que o seus olhos com moldura, hoje fina, me diziam inconscientemente.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Ano Novo

Ano Novo aqui em casa sempre foi sinônimo de praia, apesar de eu não curtir muito, sempre fui por motivos óbvios de idade. Esse ano com meus 17 anos prometi a mim mesma que é o último ano em que vou sem ter vontade. Ainda mais quando tudo acaba dando relativamente errado e a chuva impera em todo o litoral fluminense. Mas sem se abater minha família resolve acampar e dar as tradicionais mergulhadas na água à meia-noite. É claro que eu como uma boa anti-praia decido ficar só na areia segudando um guarda-sol com quase o dobro do meu peso e molhando a minha roupa com a grande chuva de vento! Mas foi aí que começou a pequena queima de fogos... e com o barulho todo eu ativei um significado a tudo aquilo. Cada ponto de luz representava uma esperança para esse ano que estava vindo, realizações não alcançadas, preces não atendidas, e entendi, como aquilo parecia importante para as pessoas. Foi aí que desfiz a trombra e resolvi curtir o tempo em que eu estava ali. Mas apesar de eu ter testemunhado o milagre de ano novo que todos falavam, me desfazendo do meu mau-humor, a chuva não deu trégua durante a madrugada e a minha mãe irritada desarmou acampamento. Viemos todos embora pra casa amaldiçoando a chuva, e com relações cortadas com São Pedro por não ter nos oferecido nem metade de um dia de sol.

 
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